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"A inovação pode ser o atrativo a mais que a concorrência não tem". A afirmação é dos analistas do Departamento de Promoção Institucional da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Paulo Resende e Alexandre Cabral, que estiveram na FIERGS para apresentar instrumentos de apoio e incentivo à inovação.

Nesta segunda-feira, dia 2, será realizado, por videoconferência, o lançamento do Edital Senai/Sesi − Inovação 2009. Desde que foi criado, em 2004, o Senai-RS apresentou 30 propostas, tendo 14 aprovadas (desenvolvidas ou em desenvolvimento). O Edital tem a finalidade de promover pesquisa, desenvolvimento e inovação (P&D&I) nos departamentos regionais das instituições, para o desenvolvimento de processos, produtos e tecnologias sociais inovadoras nos temas sociais, ambientais, produção e produtividade.

Na tarde de terça-feira (18), o sistema nacional de inovação foi pauta no I Congresso Internacional de Inovação, que ocorre no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre/RS. Diversos especialistas falaram sobre o incentivo à inovação a partir de diferentes ângulos, desde a MP do Bem e a Lei da Inovação, até os tipos de financiamento e subvenção disponíveis para empreendedores. O I Congresso Internacional de Inovação é realizado pelo Sistema FIERGS - Sesi, Senai e IEL, pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Último palestrante do I Congresso Internacional da Inovação, o diretor-executivo da GAD‘Innovation, Charles Bezerra, alertou que somente aquelas organizações que assimilarem a cultura da inovação poderão prosperar em meio às mudanças pelas quais o mundo passa. Bezerra palestrou nesta quarta-feira, no encerramento do evento, realizado pelo Sistema FIERGS - Sesi, Senai e IEL, pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Os avanços registrados no Brasil no que se refere à política de incentivo a inovação foram demonstrados na tarde durante o Congresso Internacional de Inovação, realizado entre os dias 17 e 19, pelo Sistema FIERGS - Sesi, Senai e IEL, pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Três empresas descreveram como estão obtendo sucesso utilizando corretamente os mecanismos disponíveis para o incentivo às iniciativas inovadoras.

Aprovar a Lei Estadual de Inovação, com o objetivo de promover um ambiente propício para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, é o primeiro ponto de destaque da carta proposta no encerramento do Congresso Internacional da Inovação, pelo Sistema FIERGS (Sesi, Senai e IEL), na última quarta-feira (19). O documento, entregue em mãos pelo presidente do Sistema FIERGS, Paulo Tigre, ao secretário estadual da Ciência e Tecnologia, Artur Lorentz, apresenta uma série de ações para subsidiar a Lei de Inovação do Estado e propõe uma agenda voltada para o tema em 2009.

No final da manhã de terça-feira (18), o Congresso Internacional de Inovação foi palco de debate entre especialistas do Brasil e exterior sobre os incentivos à inovação no País.

Para a presidente do Conselho de Competitividade dos Estados Unidos, Deborah Wince-Smith, o Brasil precisa aprimorar a relação entre o meio acadêmico e o setor privado para melhor aproveitar seu potencial de inovação. Deborah falou na manhã de terça-feira (18) no I Congresso Internacional de Inovação, evento realizado pelo Sistema FIERGS - Sesi, Senai e IEL, pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

O indo-americano Hitendra Patel utilizou diversos exemplos na sua palestra de hoje, no Congresso Internacional de Inovação, que acontece até amanhã no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre/RS, para mostrar ao público como grandes empresas cresceram ou ficaram estagnadas em seus negócios. A inovação constante foi a chave do sucesso para companhias como Apple, Gillette, Toyota, Google entre outras. Porém, o especialista alerta: "Não se pode pegar a receita de empresas norte-americanas e européias e aplicar em países da América Latina.

O Brasil ainda registra uma dependência excessiva do setor público no que se refere à inovação. A conclusão é do sociólogo Glauco Arbix, coordenador do Mobit − "Estratégias de Inovação em Sete Países", pesquisa que analisou as políticas para inovação realizada nos Estados Unidos, França, Canadá, Irlanda, Reino Unido, Finlândia e Japão.