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Os Conselhos de Curadores e de Administração da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais, presididos respectivamente pelos industriais Heitor José Müller e Jorge Luiz Buneder, reuniram-se com seus conselheiros, nesta terça-feira (18), para aprovação do Relatório de Atividades e Balanço de 2016, e Plano de Ação e Orçamento de 2017. Ambos foram aprovados por unanimidade.

Se por um lado o Brasil e o Rio Grande do Sul vivem tempos de crise econômica e política, na área ambiental o ano de 2016 foi marcado por importantes definições, que devem contribuir com maior transparência e segurança jurídica para as empresas e para a comunidade como um todo.
O Serviço Social da Indústria (Sesi-RS) deve reforçar sua atuação em mobilidade e virtualidade em 2017, fortalecendo ações de educação e prevenção para sensibilizar as empresas para a necessidade de promoção da saúde e segurança no ambiente do trabalho. “Assim, conseguimos atingir maior número de empresas e, consequentemente de trabalhadores, alcançando nosso objetivo maior que é contribuir para o aumento da competitividade da indústria”, afirma o diretor-superintendente do Sesi-RS, Juliano Colombo.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) quer, em 2017, por meio da mobilidade e virtualidade, expandir seus serviços, tanto pelas unidades móveis quanto pela cursos em educação à distância. “Além disso, temos nossa rede de institutos de inovação e de tecnologia que vão ampliar a oferta de serviços e podem contribuir para o crescimento e o aumento da competitividade da indústria”, destaca o diretor regional do Senai-RS, Carlos Trein.
O Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS) tem como meta para o próximo ano estimular a cultura da inovação nas empresas, desenvolver profissionais nas competências de liderança e gestão as quais atendam aos desafios das empresas, e atuar no desenvolvimento de carreiras formando jovens para o mercado de trabalho e preparando as empresas para receberem esses jovens talentos. Em 2017, as atividades do IEL serão aquelas com maior potencial de impactar o futuro.
 
O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, defende que a agenda econômica tem que ser prioritária em 2016, para o Brasil começar a retomar o crescimento após um ano de paralisia, em que o Produto Interno Bruto (PIB) deverá fechar com uma queda de 3,5%. Há condições para isso, segundo destacou nesta terça-feira (8), durante a apresentação do Balanço 2015 e Perspectivas 2016 da Economia, realizada na FIERGS. “A crise política freia a solução dos problemas econômicos.
A crise no mercado interno determinou o baixo desempenho econômico do Brasil em 2014 e fornece os elementos para que se entenda o resultado decepcionante no fechamento do ano, com previsão de 0,1% de alta no Produto Interno Bruto (PIB) do País, 0,2% no do RS, e de uma queda de -1,3% no da indústria nacional. O panorama atual foi influenciado pelo menor espaço para estímulos fiscais, crescimento mais tímido do crédito, aumento nas taxas de juros, menos geração de empregos e inflação alta.

Na 42ª edição do Worldskills, realizado em Leipzig, na Alemanha, no mês de julho, o Senai-RS conquistou duas medalhas de ouro, nas ocupações Mecatrônica (Henrique Baron e Maurício Toigo, do CT Senai de Mecatrônica de Caxias do Sul) e Design Gráfico (Ricardo Calvi, da CEP Senai de Artes Gráficas, de Porto Alegre). O Brasil obteve 12 medalhas e bateu o recorde do País. Foram quatro de ouro, cinco de prata e três de bronze.

A vocação de articular soluções das demandas industriais junto aos centros de conhecimento credencia o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) a oferecer produtos e serviços que agregam valor para as indústrias, focados em desenvolvimento empresarial, educação executiva, promoção do empreendedorismo e da inovação e programas de estágios e bolsas. "O trabalho em 2014 segue nossa missão de desenvolver talentos e futuras gerações de líderes, estimular ações para grupos empresariais e cadeias produtivas, promovendo a qualificação da gestão, inovação e empreendedorismo.

Em 2013, o Rio Grande do Sul completa uma década em que a produção industrial se expande menos do que as vendas no comércio brasileiro. Desde 2004, a indústria local cresceu apenas 6,3%, enquanto o comércio nacional avançou 89%. Isso revela uma situação preocupante: a indústria gaúcha não consegue aumentar a produção no mesmo ritmo do crescimento do mercado consumidor e os importados vêm substituindo os manufaturados locais.