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Se por um lado o Brasil e o Rio Grande do Sul vivem tempos de crise econômica e política, na área ambiental o ano de 2016 foi marcado por importantes definições, que devem contribuir com maior transparência e segurança jurídica para as empresas e para a comunidade como um todo.
O Serviço Social da Indústria (Sesi-RS) deve reforçar sua atuação em mobilidade e virtualidade em 2017, fortalecendo ações de educação e prevenção para sensibilizar as empresas para a necessidade de promoção da saúde e segurança no ambiente do trabalho. “Assim, conseguimos atingir maior número de empresas e, consequentemente de trabalhadores, alcançando nosso objetivo maior que é contribuir para o aumento da competitividade da indústria”, afirma o diretor-superintendente do Sesi-RS, Juliano Colombo.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS) quer, em 2017, por meio da mobilidade e virtualidade, expandir seus serviços, tanto pelas unidades móveis quanto pela cursos em educação à distância. “Além disso, temos nossa rede de institutos de inovação e de tecnologia que vão ampliar a oferta de serviços e podem contribuir para o crescimento e o aumento da competitividade da indústria”, destaca o diretor regional do Senai-RS, Carlos Trein.
O Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS) tem como meta para o próximo ano estimular a cultura da inovação nas empresas, desenvolver profissionais nas competências de liderança e gestão as quais atendam aos desafios das empresas, e atuar no desenvolvimento de carreiras formando jovens para o mercado de trabalho e preparando as empresas para receberem esses jovens talentos. Em 2017, as atividades do IEL serão aquelas com maior potencial de impactar o futuro.
 
O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, defende que a agenda econômica tem que ser prioritária em 2016, para o Brasil começar a retomar o crescimento após um ano de paralisia, em que o Produto Interno Bruto (PIB) deverá fechar com uma queda de 3,5%. Há condições para isso, segundo destacou nesta terça-feira (8), durante a apresentação do Balanço 2015 e Perspectivas 2016 da Economia, realizada na FIERGS. “A crise política freia a solução dos problemas econômicos.
A crise no mercado interno determinou o baixo desempenho econômico do Brasil em 2014 e fornece os elementos para que se entenda o resultado decepcionante no fechamento do ano, com previsão de 0,1% de alta no Produto Interno Bruto (PIB) do País, 0,2% no do RS, e de uma queda de -1,3% no da indústria nacional. O panorama atual foi influenciado pelo menor espaço para estímulos fiscais, crescimento mais tímido do crédito, aumento nas taxas de juros, menos geração de empregos e inflação alta.

A vocação de articular soluções das demandas industriais junto aos centros de conhecimento credencia o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) a oferecer produtos e serviços que agregam valor para as indústrias, focados em desenvolvimento empresarial, educação executiva, promoção do empreendedorismo e da inovação e programas de estágios e bolsas. "O trabalho em 2014 segue nossa missão de desenvolver talentos e futuras gerações de líderes, estimular ações para grupos empresariais e cadeias produtivas, promovendo a qualificação da gestão, inovação e empreendedorismo.

Na 42ª edição do Worldskills, realizado em Leipzig, na Alemanha, no mês de julho, o Senai-RS conquistou duas medalhas de ouro, nas ocupações Mecatrônica (Henrique Baron e Maurício Toigo, do CT Senai de Mecatrônica de Caxias do Sul) e Design Gráfico (Ricardo Calvi, da CEP Senai de Artes Gráficas, de Porto Alegre). O Brasil obteve 12 medalhas e bateu o recorde do País. Foram quatro de ouro, cinco de prata e três de bronze.

Em 2013, o Rio Grande do Sul completa uma década em que a produção industrial se expande menos do que as vendas no comércio brasileiro. Desde 2004, a indústria local cresceu apenas 6,3%, enquanto o comércio nacional avançou 89%. Isso revela uma situação preocupante: a indústria gaúcha não consegue aumentar a produção no mesmo ritmo do crescimento do mercado consumidor e os importados vêm substituindo os manufaturados locais.

As iniciativas e atuação da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais (FGBS) na área da responsabilidade social viraram modelo para outras entidades. Tornaram-se referências

nacionais e sugeridas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para serem implantadas nas demais Federações Industriais em 2013. "É bem verdade que 2012 foi sem dúvida um ano de muitos desafios para nossa administração, mas também um ano de grandes realizações e significativos resultados", destaca o diretor-superintendente da FGBS, Paulo Renê Bernhard.

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