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Depois de subir 1,5% em julho, o Índice de Desempenho Industrial do Rio Grande do Sul (IDI/RS), divulgado nesta quarta-feira (4) pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), caiu 0,9% em agosto, na comparação com o mês anterior (com ajuste sazonal). “A queda do IDI não surpreende, pois foi influenciada pela forte retração nas compras industriais, embora os demais indicadores tenham registrado resultados positivos.

Em sua primeira visita ao Brasil como embaixador de Luxemburgo, Carlo Krieger, que tomou posse no último dia 1º de setembro, esteve na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta segunda-feira (11) em encontro com o presidente da entidade, Gilberto Porcello Petry. O objetivo da visita foi conhecer um pouco mais sobre a economia do Rio Grande do Sul e iniciar uma aproximação com indústrias gaúchas.

A indústria brasileira está empenhada em concluir a negociação e a implementação da agenda de diferentes acordos em discussão entre Brasil e Japão. A importância de se estreitar os laços econômicos entre os parceiros é tema dos debates da 20a Reunião Conjunta do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão, em Curitiba, nesta segunda e terça-feira (28 e 29 de agosto), realizada em parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a entidade empresarial japonesa Keidanren, com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP).

A 35ª edição do Encontro Econômico Brasil Alemanha (EEBA), o maior evento bilateral entre os dois países, recebeu nesta quarta-feira (7), duas importantes notícias. O grupo alemão Fraport, que venceu o leilão de concessão do Aeroporto Internacional de Porto Alegre, será um dos seus patrocinadores oficiais. Da mesma forma, a Gerdau confirmou o patrocínio. Os anúncios foram feitos durante reunião com empresários e representantes de associações e entidades na Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS).

O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, proferiu palestra no Centro das Indústrias, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves, nesta quarta-feira. O tema do encontro com empresários foi “O Brasil na Travessia 2017/2018”. Müller realizou uma análise dos meses do governo Temer, abordou as perspectivas para o segundo semestre e defendeu as Reformas Trabalhista e Previdenciária. 

Câmbio e taxa de juros foram os temas principais que pautaram o Fórum de Economia da FIERGS, nesta sexta-feira, em apresentações da Unidade de Estudos Econômicos (UEE) da entidade. De acordo com a UEE, reduzir juros e trazer a taxa de inflação para patamares mais baixos parece ser o caminho seguro que diminuirá a volatilidade da taxa de câmbio no Brasil.

O arrefecimento da economia e do consumo interno é uma das causas apontadas pelo advogado, contador e professor da PUC/RS, Mariano Manente, e pelo atual presidente da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), José Rubens de la Rosa,  para a internacionalização das empresas como estratégia de negócios.
O presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, considera o atual período econômico o “pior da história do Brasil”, com dois anos consecutivos de profunda queda no PIB – Produto Interno Bruto (no ano passado, a economia encolheu 3,6%, e 3,8% em 2015). Apesar disso, vê alguma perspectiva para o futuro. “Trabalhamos em uma quase estabilidade.
Ocorreu nesta terça-feira, na sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul, o encontro técnico conjunto entre FIERGS e a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), apresentando a participação das entidades no Zoneamento Ecológico Econômico do Estado – ZEE-RS. “Vemos o zoneamento com um grau de incerteza porque deste produto supõe-se que serão apresentadas zonas com indicação de escalas de vulnerabilidade ambiental.
A intenção de investimento dos industriais do Rio Grande do Sul é a menor desde 2010 e se o número elevado de projetos cancelados e/ou adiados por tempo indeterminado em 2016 se repetir, teremos um recorde em 2017. Os empresários estão cautelosos, como mostra pesquisa divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS) nesta terça-feira (14). “A principal razão é a incerteza econômica, a ociosidade elevada e o alto custo do crédito.