Já Andrei afirmou que o contato com outras culturas foi um dos pontos altos da jornada. "Conheci muitas pessoas de outros países, aprendi a falar um pouco de outros idiomas que eu nem sabia que existiam", brincou. "Conheci um pouco de outras culturas e junto disso aprendi a me comunicar de um jeito novo, sem medo de errar."
Para Andrei, a experiência evidencia a importância da pesquisa científica. "Com essa viagem entendi que as pesquisas científicas que produzimos no Brasil quebram qualquer barreira linguística. Sinto que, por conta dos desafios dessa viagem, agora tenho uma mente mais aberta, mais confiança em mim mesmo e agora sei que consigo me adaptar até mesmo em cenários mais complexos e desconhecidos."
A vaga no torneio internacional foi garantida após a dupla conquistar o prêmio Platina na Infomatrix Brasil 2025 em setembro do ano passado com o mesmo projeto. A iniciativa utiliza inteligência artificial para apoiar o diagnóstico precoce desse tipo raro de câncer ocular que afeta a retina. O modelo desenvolvido pelos alunos contribui para aumentar a precisão e a agilidade na identificação da doença.



