O encontro trouxe insights aplicáveis à realidade das empresas. Segundo Samuel Maurer, cofundador da Delta HS, a experiência contribuiu para alinhar estratégias e entender como grandes empresas estruturam a inovação. “Vemos que inovação por si só não se sustenta. É preciso partir de um problema claro. Muitas vezes, as pessoas se apaixonam pela solução, mas nem sempre ela é o caminho. Quando você se aprofunda no problema, consegue chegar a soluções mais assertivas”, disse.
A inovação não pode ficar restrita a uma área específica dentro das empresas, mas precisa estar incorporada à cultura organizacional. Conforme o diretor de Transformação de Negócios da ArcelorMittal, Rodrigo Carazolli, esse movimento depende do engajamento das lideranças e de uma visão estratégica que vai além da operação do dia a dia. “Se a empresa fica presa apenas ao presente, focada na rotina, corre o risco de perder relevância. É preciso equilibrar eficiência com apostas no futuro”, salientou.
Outras atividades voltadas ao público empresarial também ocorreram ao longo da tarde, mantendo o foco na qualificação e na troca de experiências entre diferentes segmentos da indústria.
ROBÓTICA COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO
O auditório do South Generation, montado no espaço Guahyba, área para onde o Instituto Caldeira está em expansão, ficou pequeno diante do interesse de cerca de mil jovens em se conectar com áreas que podem moldar o seu futuro. Não foi diferente para os alunos da Escola Anísio Teixeira, de Porto Alegre, que puderam conferir de perto os trabalhos desenvolvidos pelas equipes de robótica do Sistema FIERGS, GC4 Tomorrow, MonT e TecRobot.






